Como cuidar da higiene bucal das crianças. Pesquisa aponta divergências sobre o melhor método de escovar os dentes.

Como cuidar da higiene bucal das crianças Lauro Alves/Agencia RBS
Foto: Lauro Alves / Agencia RBS
 
Até os oito anos, toda criança deve ter a ajuda dos pais ou dos responsáveis para escovar os dentes. Mas se o adulto não souber a maneira correta de conduzir a sua própria escovação, esse processo, mal feito, pode trazer uma série de danos à saúde bucal de ambos. Um estudo recente da College University, de Londres, aponta falta consenso entre especialistas sobre qual a maneira mais indicada para escovar os dentes.

A pesquisa analisou 66 diferentes orientações, cuja origem são associações dentárias, fabricantes de creme dental e de escovas e publicações odontológicas de 10 países. Os pesquisadores encontraram recomendações distintas em fatores como método de escovação, quantas vezes devemos escovar os dentes diariamente e por quantos minutos. Posicionar a escova na horizontal ou na vertical, fazer a escovação duas ou três vezes por dia e prolongá-la por dois ou três minutos foram alguns dos itens identificados pelos pesquisadores como contraditórios. 

DICAS DE COMO ESCOVAR OS DENTES...
 
A pasta
— É recomendado usar pasta com flúor mesmo para crianças bem pequenas. Até os quatro anos, esse tipo de pasta deve ser administrada por um adulto, que precisa incentivar a criança a não engolir o creme dental.
— O excesso de ingestão de flúor pode prejudicar a futura dentição.

A escova
— A escova ideal para a criança deve ter cabeça pequena e cerdas macias, preferencialmente com cabo, para facilitar os movimentos pelo adulto e estimular a criança a segurá-la.
— Muitas vezes, crianças pequenas costumam morder as cerdas das escovas. Quando isso ocorrer, é preciso trocá-las com frequência. Do contrário, substitua a escova a cada três meses.

A técnica
A posição e os movimentos podem variar para cada criança, pois vão depender da capacidade de negociação dos adultos quanto a abertura de boca, por exemplo. O mais importante é limpar bem todas as superfícies dos dentes.

Fio dental
O fio dental em crianças é recomendado a partir de três anos, se houver ponto de contato entre os dentes. Caso a arcada dentária seja mais espaçada, não é necessário o uso tão cedo.

Bebês
— A limpeza pode ser iniciada antes do nascimento dos dentes, com uma gaze umedecida. Já a escovação dos dentinhos deve ser iniciada tão logo eles aparecerem. Utilize uma escova com cabeça pequena, cerdas macias e uma quantidade mínima de creme dental.
Com informações do Zero Hora


A escola Caic de Chapadinha, comemorou seus 20 anos de fundação (30 de julho), com vasta programação, que contou com a presença de alunos, comunidade, professores, funcionários e autoridades.
No auge de seus 20 anos, a Escola comemorou seu aniversário com inicio na segunda-feira 11, realizando, na quadra da escola, a homenagem aos estudantes, na quinta aconteceu a carreata e abertura da gincana, que teve como tema "reciclagem" culminando a mesma na sexta-feira com inúmeras atividades na quadra da escola e no sábado foi oferecido um coffee break  para funcionários, ex-funcionários e autoridades.
Atualmente a escola Caic possui 51 funcionários, atende a 646 alunos distribuídos nos turnos matutino e vespertino.
Parabéns ao gestor Lourivan Almeida e toda a sua equipe, pela excelente homenagem aos alunos e pelos 20 anos de contribuição do Caic para com a comunidade Chapadinhense.


A Prefeitura de Chapadinha convoca os candidatos aprovados no concurso público de 2014 para se apresentarem, no período de 06 de agosto a 5 de setembro, na Secretaria de Administração devidamente documentados (conforme edital) para nomeação e posse.
O candidato aprovado que não comparecer ou que não apresentar a documentação exigida, não poderá ser nomeado e tomar posse.
Mais informações no chapadinha.ma.gov.br

MEC prorroga prazo e escolas podem aderir ao Mais Educação até o dia 30



O Ministério da Educação (MEC) prorrogou mais uma vez o prazo para cadastramento de escolas públicas no Programa Mais Educação. O prazo, que terminaria hoje (4), foi estendido até o dia 30. A liberação de recursos financeiros é feita por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), e a adesão deve ser feita pela internet, no PDDE Interativo.
A jornada da educação integral deve ser, no mínimo, de sete horas diárias ou 35 horas semanais. Durante o período em que estão na escola, os estudantes recebem três refeições.
As escolas escolhem até cinco atividades nos macrocampos do programa, entre eles o de acompanhamento pedagógico (obrigatório), educação ambiental, esporte e lazer, direitos humanos em educação, cultura e artes, cultura digital, promoção da saúde, comunicação e uso de mídias, investigação no campo das ciências da natureza e educação econômica.
Pelo Mais Educação, as escolas são selecionadas com base em critérios como baixo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), grande número de estudantes de famílias beneficiadas pelo Bolsa Família e localização em regiões de vulnerabilidade social.
Segundo o MEC, ao oferecer educação integral ou jornada ampliada, as redes públicas de ensino contribuem para qualificar a aprendizagem de crianças, adolescentes e jovens, reduzir a repetência e também a evasão escolar. Atualmente, 49 mil escolas participam do programa, e a meta é chegar a 60 mil.
A oferta de educação integral está também no Plano Nacional de Educação, que estabelece metas para o setor nos próximos dez anos. Segundo o plano, a educação integral, que atualmente chega a aproximadamente 30% das escolas públicas, deve atingir 50%, pelo menos. Além do programa federal, alguns estados e municípios oferecem os próprios programas.

Fonte agência Brasil;

Lei exige fim de lixões; 60% das cidades não se adequaram.

Política de Resíduos Sólidos determina extinção de lixões até 2 de agosto. Cidades com lixo a céu aberto podem responder por crime ambiental.

Eduardo Carvalho
Do G1, em São Paulo
Fumaça do lixão prejudica população de São Fernando (Foto: Marcílio de Araújo/G1)






Terminou neste sábado (2) o prazo de quatro anos para as cidades brasileiras adequarem sua gestão do lixo às regras da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Sancionada em 2 de agosto de 2010, ela determina ações como a extinção dos lixões do país, além da implantação da reciclagem, reuso, compostagem, tratamento do lixo e coleta seletiva nos municípios
Pela lei, a partir deste domingo (3), as prefeituras com lixo a céu aberto podem responder por crime ambiental, com aplicação de multas de até R$ 50 milhões, além do risco de não receberem mais verbas do governo federal. Os prefeitos, por sua vez, correm o risco de perder o mandato.
Em tese, se a legislação for cumprida à risca, muitas cidades podem ser punidas. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, somente 2.202 municípios, de um total de 5.570, estabeleceram medidas para garantir a destinação adequada do lixo que não pode ser reciclado ou usado em compostagem.
Os municípios que não terão o aterro sanitário a tempo de se enquadrar na lei estão espalhados por todas as regiões do Brasil. 
Mesmo sabendo que 60% dos municípios não cumprem a lei, o governo não pedirá prorrogação de prazo para que o programa passe a vigorar. André Vilhena, diretor da associação Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre), afirma que o Brasil já venceu a fase de, na véspera, precisar esticar prazos por não haver cumprimento de metas.
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Plano Nacional de Resíduos Sólidos PNRS (Foto: Editoria de Arte/G1)
Segundo ele, há a possibilidade de prorrogação por meio de acordos firmados entre os municípios e o Ministério Público. “O prazo se encerrou, mas quem não cumprir pode fazer a prorrogação por meio de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC)", explica. Ele disse ainda que isto ajuda a analisar a particularidade de cada município. A maioria enfrenta problemas de falta de verba.
Principais objetivos
A PNRS tem como prioridades a redução do volume de resíduos gerados, a ampliação da reciclagem, aliada a mecanismos de coleta seletiva com inclusão social de catadores e a extinção dos lixões. Além disso, prevê a implantação de aterros sanitários que receberão apenas dejetos, aquilo que, em última instância, não pode ser aproveitado.

Esses aterros, por sua vez, deverão ser forrados com manta impermeável para evitar a contaminação do solo. O chorume, líquido liberado pela decomposição do lixo, deverá ser tratado. O gás metano que resulta da decomposição do lixo, que pode explodir, terá que ser queimado.
De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, os instrumentos da PNRS ajudarão o país a reciclar 20% dos resíduos já em 2015. Dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), referentes a 2012 e que são os mais recentes, apontam que só 3,1% do lixo gerado no país naquele ano foi destinado à coleta seletiva e que 1,5% dos resíduos domiciliares e públicos foram recuperados.
Lavar lixo reciclável (Foto: G1)
Naquele ano, o Brasil gerou 62,7 milhões de toneladas de resíduos sólidos e coletou 57,9 milhões de toneladas deste total. Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais, a Abrelpe, 42% do montante coletado teve destinação inadequada e em 3.352 cidades os detritos foram encaminhados para lixões ou aterros controlados – que, para especialistas, são apenas lixões melhorados.
Incapacidade técnica
Geraldo Antônio Reichert, coordenador da Câmara temático de Resíduos Sólidos da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes), afirma que a maioria das cidades com problemas na gestão dos resíduos sólidos não cumpriram o prazo a tempo por não terem dinheiro em caixa e não conseguirem financiamento do governo federal.

O presidente da Abrelpe, Carlos Silva Filho, disse que os altos índices de destinação irregular poderiam ter caído se os municípios tivessem utilizado instrumentos disponíveis na Lei de Saneamento Básico, que incluem verbas do governo federal para obras. Mas, segundo ele, faltou capacidade técnica às prefeituras para montar projetos adequados às regras da União.
De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, nos últimos quatro anos foram disponibilizados R$ 1,2 bilhão para que estados e municípios realizassem o planejamento das ações e iniciassem medidas para se adequarem à nova legislação de resíduos sólidos. Mas apenas 50% do montante foi efetivamente aplicado.
“São situações de incapacidade técnica de municípios, incapacidade de acessar recursos. Tem situações, inclusive, que podem ser resolvidas entendendo melhor a integração dos planos municipais”, declarou a ministra Izabella Teixeira, na última quinta-feira (31).
Segundo o ministério, atualmente apenas três estados possuem plano de resíduos sólidos: Ceará, Maranhão e Rio de Janeiro. O governo do estado de Pernambuco, entretanto, afirmou ter lançado seu plano em julho de 2012.
O ministério não divulgou o total de municípios que já têm o plano definido.
COM INFORMAÇÕES DO TERRA.


2º Encontro das mamães do Zap Zap. No dia 02 de agosto, reuniram-se 21 mamães, 26 crianças e 8 papais, para uma confraternização, descontração e interação do grupo das “mamães” do whatsapp. O grupo foi formado com o intuito de compartilhar ideias, informações, dicas, carinho e dedicação pela dádiva da maternidade. A reunião aconteceu na casa do casal Cássia Sales e João Damiani, concretizando as amizades que começaram no mundo virtual. O agradável fim de tarde foi regado, a muitas brincadeiras para as crianças e deliciosos lanches para as mamães e papais, além é claro de muitas, muitas conversas, marca principal do grupo.























Arquitetos sugerem que 'absurdos' estádios da Copa se tornem casas para sem-teto

Estádio Mané Garrincha, em Brasília, com as habitações do lado de foraEstádio Mané Garrincha, em Brasília, com as habitações do lado de fora
 
Sylvain Macaux e Axel de Stampa são arquitetos da Week Project. E eles, preocupados com as questões sociais que afligem o Brasil enquanto a festa da Copa do Mundo passava pelo país, pensaram em uma ideia para aproveitar de forma melhor os 12 estádios construídos para o evento. Como? Transformá-los em casas para sem-teto.
"O que é mais global, alardeado na mídia, e questionável do que a Copa do Mundo? Nós lemos, como todos, sobre os protestos sociais no Brasil, sobre todo o dinheiro gasto para a Copa do Mundo. Nós tentamos encontrar uma resposta para a questão da nossa maneira, com um conceito e uma imagem poderosos", disse Macaux em entrevista ao site Fast Company. "Os estádios são tão grandes que são quase absurdos."
O custo total dos estádios ficou em quase R$ 8,5 bilhões, o que espantou os arquitetos. Por isso, eles acreditam que os apartamentos em estádios ajudariam a "distribuir" melhor tal soma com os 18,6% da população que vivem na linha da pobreza. Para Macaux e De Stampa, mais da metade dos 250 mil sem-teto do país poderiam viver nessas habitações sugeridas.
Pelos projetos apresentados, eles pensaram em dois estádios para realizar a empreitada: o Mané Garrincha, em Brasília, e a Arena das Dunas, em Natal. Para o estádio na capital federal, a área externa - com vários pilares de sustentação - receberia os pequenos apartamentos; para a construção potiguar, as partes de dentro e de fora abrigariam as casas - até com vista para o campo. "Seria uma experiência e tanto. Talvez os donos recebessem alguns convidados para assistir aos jogos. Mas se você não gosta de futebol, pode ser problemático", brincou o arquiteto. "É um pouco de ambição, mas nós gostaríamos de trazer as pessoas para se questionarem sobre os contextos sociais

Fonte: UOL

Aluno do ensino médio na rede pública do Acre passa em 5 faculdades nos EUA

 
  • André Melo largou o curso de direito na Federal do Acre para estudar em Yale André Melo largou o curso de direito na Federal do Acre para estudar em Yale
Prestes a completar sua segunda semana nos Estados Unidos, o jovem acriano André Lucas Buriti de Melo, 19, ainda não acredita que conquistou uma vaga e bolsa integral para estudar na Universidade Yale, uma das mais prestigiadas instituições norte-americanas.  O estudante também foi aprovado em mais quatro universidades dos EUA: Babson, Brown, Duke e Georgetown.
"Parece um sonho mesmo. Se me perguntassem há quatro anos eu não ia nem saber te explicar o que era Yale ou qualquer outra universidade norte-americana", diz André, que começou a tomar conhecimento do assunto quando entrou no ensino médio em 2009, aos 14 anos.
Em 2012, ele foi aprovado em direito na UFAC (Universidade Federal do Acre), mas não desistiu de estudar fora do país.

Inscrição e aprovação

Ainda no ensino médio, ele conheceu o trabalho de uma fundação que auxilia jovens brasileiros a estudar no exterior, a Fundação Estudar. Com as orientações recebidas, o jovem decidiu arriscar, mesmo já cursando ensino superior em Rio Branco. Das oito instituições que tentou, passou em cinco. Escolheu Yale, em New Haven (Connecticut), por considerar a mais adequada aos cursos que pretende: economia e relações internacionais.
"Os processos de seleção são meio parecidos. É preciso ter um bom desempenho escolar, enviar cartas de recomendações, escrever artigos falando sobre você, o que te interessa e como a educação que você vai receber pode te ajudar como pessoa. Coisas desse tipo. É preciso fazer duas provas, uma de proficiência no inglês e uma de conhecimentos gerais, o SAT [uma espécie de Enem norte-americano]", explica o estudante, que aprendeu inglês sozinho.
"O que você faz fora da sala de aula também conta muito. No fim, algumas ainda realizam entrevistas com o diretor da universidade", acrescenta. Segundo o universitário, as instituições estrangeiras não possuem um perfil padrão de alunos para aprovar. O importante é que o estudante tenha paixão pelo que faz, na opinião dele. 
"Não adianta você pensar que ganhando cinco medalhas de ouro em olimpíadas internacionais vai passar. As universidades querem pessoas com tipo diferentes de vida. Que gostem de música, ciências, humanas. O legal é que ele mostre suas intenções sobre o que quer fazer e como quer contribuir para a sociedade. Isso que conta", opina.
                                                              
 

"Não importa o que eu faça, nada dá certo". Esse é o hino das pessoas que se vitimizam, que acham que tudo na vida já está pronto e escrito, seja pelo destino ou seja pelos seus próprios traços. Dar esse exemplo para seu filho é correr o risco de ele passar a vida culpando os outros por seus insucessos.

Por isso que, desde pequenos, podemos e devemos - ensinar as crianças a serem protagonistas de suas vidas. Isso significa ensinar a capacidade de se enxergar como agente principal de seus destinos. Quem demonstra protagonismo responsabiliza-se por suas atitudes, distingue as suas ações das dos outros e expressa iniciativa e autoconfiança.

Veja dicas de como ajudar seu filho a ser responsável por sua vida:

- Procure mostrar para o seu filho que o esforço vale a pena: conte para ele sobre as metas que você alcançou na vida.
- Evite taxações e rótulos: estimule-o a querer se desafiar em todas as disciplinas e a descobrir o seu interesse em todas elas.
- Deixe o seu filho agir e experimentar: a primeira vez que ele pegar água sozinho, ele derramará muito. Aos poucos, derramará menos, até não derramar mais.
- Ensine que ele é o responsável pela sua própria nota e que seu desempenho em sala de aula é fruto de suas atitudes.
- Ao invés de fazer picuinhas sobre situações pequenas, ajude seu filho a identificar o que aconteceu de errado, admitir seu próprio erro e corrigi-lo.

 
Fonte: UOL educar para crescer.

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