Aluno do ensino médio na rede pública do Acre passa em 5 faculdades nos EUA

 
  • André Melo largou o curso de direito na Federal do Acre para estudar em Yale André Melo largou o curso de direito na Federal do Acre para estudar em Yale
Prestes a completar sua segunda semana nos Estados Unidos, o jovem acriano André Lucas Buriti de Melo, 19, ainda não acredita que conquistou uma vaga e bolsa integral para estudar na Universidade Yale, uma das mais prestigiadas instituições norte-americanas.  O estudante também foi aprovado em mais quatro universidades dos EUA: Babson, Brown, Duke e Georgetown.
"Parece um sonho mesmo. Se me perguntassem há quatro anos eu não ia nem saber te explicar o que era Yale ou qualquer outra universidade norte-americana", diz André, que começou a tomar conhecimento do assunto quando entrou no ensino médio em 2009, aos 14 anos.
Em 2012, ele foi aprovado em direito na UFAC (Universidade Federal do Acre), mas não desistiu de estudar fora do país.

Inscrição e aprovação

Ainda no ensino médio, ele conheceu o trabalho de uma fundação que auxilia jovens brasileiros a estudar no exterior, a Fundação Estudar. Com as orientações recebidas, o jovem decidiu arriscar, mesmo já cursando ensino superior em Rio Branco. Das oito instituições que tentou, passou em cinco. Escolheu Yale, em New Haven (Connecticut), por considerar a mais adequada aos cursos que pretende: economia e relações internacionais.
"Os processos de seleção são meio parecidos. É preciso ter um bom desempenho escolar, enviar cartas de recomendações, escrever artigos falando sobre você, o que te interessa e como a educação que você vai receber pode te ajudar como pessoa. Coisas desse tipo. É preciso fazer duas provas, uma de proficiência no inglês e uma de conhecimentos gerais, o SAT [uma espécie de Enem norte-americano]", explica o estudante, que aprendeu inglês sozinho.
"O que você faz fora da sala de aula também conta muito. No fim, algumas ainda realizam entrevistas com o diretor da universidade", acrescenta. Segundo o universitário, as instituições estrangeiras não possuem um perfil padrão de alunos para aprovar. O importante é que o estudante tenha paixão pelo que faz, na opinião dele. 
"Não adianta você pensar que ganhando cinco medalhas de ouro em olimpíadas internacionais vai passar. As universidades querem pessoas com tipo diferentes de vida. Que gostem de música, ciências, humanas. O legal é que ele mostre suas intenções sobre o que quer fazer e como quer contribuir para a sociedade. Isso que conta", opina.
                                                              
 

"Não importa o que eu faça, nada dá certo". Esse é o hino das pessoas que se vitimizam, que acham que tudo na vida já está pronto e escrito, seja pelo destino ou seja pelos seus próprios traços. Dar esse exemplo para seu filho é correr o risco de ele passar a vida culpando os outros por seus insucessos.

Por isso que, desde pequenos, podemos e devemos - ensinar as crianças a serem protagonistas de suas vidas. Isso significa ensinar a capacidade de se enxergar como agente principal de seus destinos. Quem demonstra protagonismo responsabiliza-se por suas atitudes, distingue as suas ações das dos outros e expressa iniciativa e autoconfiança.

Veja dicas de como ajudar seu filho a ser responsável por sua vida:

- Procure mostrar para o seu filho que o esforço vale a pena: conte para ele sobre as metas que você alcançou na vida.
- Evite taxações e rótulos: estimule-o a querer se desafiar em todas as disciplinas e a descobrir o seu interesse em todas elas.
- Deixe o seu filho agir e experimentar: a primeira vez que ele pegar água sozinho, ele derramará muito. Aos poucos, derramará menos, até não derramar mais.
- Ensine que ele é o responsável pela sua própria nota e que seu desempenho em sala de aula é fruto de suas atitudes.
- Ao invés de fazer picuinhas sobre situações pequenas, ajude seu filho a identificar o que aconteceu de errado, admitir seu próprio erro e corrigi-lo.

 
Fonte: UOL educar para crescer.

 

Ainda é cedo para saber qual legado da Copa ficará entre todos os que foram prometidos, mas é possível saber que um ficará: a percepção popular da corrupção nas prioridades. Faz anos, descobrimos a corrupção no comportamento dos políticos, mas ainda não tínhamos consciência da corrupção nas prioridades da política.
 
Horrorizamo-nos com o roubo de dinheiro público levado para o bolso de políticos, mas ainda não nos horrorizávamos com o desperdício de prioridades que desviam dinheiro sacrificando os interesses da população e do futuro. É muito possível que seja descoberto roubo de dinheiro público durante as obras da Copa, mas desde já é possível perceber que houve desvio de outras finalidades mais úteis ao futuro do país e ao bem-estar da população de hoje. Um exemplo é o estádio de cerca de R$ 2 bilhões em Brasília.
 
Foi preciso fazermos a Copa para descobrirmos que desviar dinheiro para prioridades menos importantes é também roubo: mesmo se não houver apropriação privada do dinheiro público.
 
A população brasileira – tolerante com a desigualdade social, com a forte preferência pelo presente, habituada ao uso do artifício histórico da inflação para financiar os gastos, e submetida à manipulação facilitada pela pouca educação, mesmo entre aqueles com nível de instrução superior – não costumava fazer as contas de quanto custava cada obra, nem o que poderia ter sido feito de diferente.
 
Com os sucessivos escândalos, como os atuais da Petrobras e do metrô de São Paulo, a população tinha despertado sua indignação contra a corrupção no comportamento dos políticos, mas não tinha percebido a corrupção implícita nas prioridades definidas por eles, mesmo os honestos.
 
A Copa permitiu visualizar a corrupção nas prioridades, ao mostrar que o dinheiro que poderia ser usado na educação, na saúde, na segurança e no sistema mais amplo de mobilidade urbana foi desviado para obras definidas pela Fifa. Mesmo quando em nome da Copa se faz um BRT para levar torcedores ao novo campo de futebol, as pessoas se perguntam por que não se tomou essa decisão antes e independentemente da Copa, e por que não usar o dinheiro dos estádios para fazer mais obras que facilitem a mobilidade.
 
Esse é certamente um legado da Copa. Mas parece que os políticos ainda não perceberam. As pesquisas mostram que os candidatos a presidente estão caindo na preferência dos eleitores. Provavelmente não perceberam que o imaginário do eleitor mudou graças à Copa. Agora, os que votam querem saber quais são as prioridades de cada candidato para o futuro do Brasil, mas os presidenciáveis prometem apenas novos comportamentos, pequenos ajustes na economia, unidos nas mesmas prioridades. Não prometem novas, nem dizem quais das atuais prioridades serão substituídas.
 
Um legado da Copa é a percepção da corrupção nas prioridades; outro é descobrir que os candidatos estão sendo incapazes de perceber essa novidade.
 
Cristovam Buarque, professor da UnB, é senador pelo PDT-DF.

Há pessoas que acreditam que precisam dizer "sim" sempre para serem amadas 

  • Há pessoas que acreditam que precisam dizer "sim" sempre para serem amadas
Não são poucas as vezes em que o "sim" é falado mesmo quando a vontade é de dizer "não". Isso acontece até em situações corriqueiras. Por exemplo: quando um amigo pede novamente dinheiro emprestado, sendo que nunca pagou o que devia anteriormente. Ou quando um convite para um aniversário é aceito, mesmo que você esteja sem a mínima vontade de ir. Ou, ainda, quando um primo distante pede para se hospedar na sua casa em todas as férias dele.
 
Nesses momentos, o primeiro impulso, educadamente contido, é falar um sonoro "não". Mas a resposta é um "sim" simpático e, quase sempre, dito com falsa alegria. Surge, então, a pergunta: por que as pessoas, geralmente, têm tanta dificuldade em dizer "não"?
Em primeiro lugar, por se sentirem culpadas em não agradar o outro. "Elas acreditam que para serem amadas não podem se posicionar de forma contrária nem colocar limites nas relações. Além disso, também podem estar com a autoestima baixa, pois acreditam que não têm o direito de escolher e dizer 'não' a situações desagradáveis", diz a psicóloga Miriam Barros, especializada em terapia familiar, psicodrama e coaching.

Você tem dificuldade de dizer "não?

 
Mas nem sempre a vontade de agradar e o fato de não querer provocar conflitos são os responsáveis pelo "sim". A psicóloga e psicoterapeuta Maura de Albanesi levanta outra questão: há aqueles que gostam de se sentir insubstituíveis. "É o tipo de pessoa que costuma achar que ninguém consegue fazer nada sem ela. E, mesmo que se sinta prejudicada e não queira fazer determinadas coisas, aceita porque, no fundo, gosta de se sentir poderosa e indispensável", explica.

Seja por um motivo ou outro, o fato de aceitar algo que não se queira fazer pode ter consequências além de um simples aborrecimento passageiro. "Ninguém deve se sentir obrigado a atender a todas as demandas que chegam nem concordar com tudo o que as pessoas dizem. Quem tenta agir assim fica sobrecarregado e pode até mesmo desenvolver alguma doença por causa do alto nível de estresse", fala Miriam Barros.

Portanto, aprender a dizer "não" é importante não só para evitar chateações, mas para poupar o lado físico. Um aprendizado difícil? Talvez, porém totalmente possível, dizem os especialistas. Também é importante lembrar que um "não" pode não ser tão catastrófico quanto se imagina. "As pessoas mais maduras conseguem separar as coisas e entender que o 'não' está ligado a um pedido específico ou a uma opinião divergente", acrescenta Miriam.
Thinkstock

Você tem dificuldade para dizer não?

Claro que não é ruim ser bom. Mas você não precisa se negligenciar em nome do outro. Faça o teste e avalie se você mantém o equilíbrio .

Porém, nem todos reagem com tanta tranquilidade, já que uma resposta negativa pode ser dolorosa ou, no mínimo, incômoda. Como diz a psicóloga Maria de Melo, autora do livro "A Coragem de Crescer" (Editora Évora), nós somos treinados a ter que agradar a todos, o que é uma armadilha perigosa. "Ficamos escravos do 'Ibope'", diz ela. "E quando falamos um 'não', sentimos que falhamos nesse projeto maluco de sempre agradar", acrescenta.

Falar "não" é tão difícil quanto aceitá-lo. Mas se a aceitação depende da maturidade e da autoestima alheia, o fato de aprender a dizer a palavrinha mágica só depende da própria pessoa.

Diga "sim" a você

Para Maura de Albanesi, a maneira mais prática de começar a treinar para dizer "não" é se perguntar: entre você e o outro, quem você escolhe? Cada "não" que você disser para o outro, é um "sim" que está dizendo a você, explica ela. E na hora de responder, nada de meias palavras.
 
Para a psicóloga, a melhor maneira de dar uma resposta negativa é falando claramente "eu não quero". Segundo ela, a força do querer costuma ser mais respeitada pelo outro do que se justificar demais, fato que pode provocar ainda mais confusão, já que normalmente as pessoas percebem as desculpas como uma forma de enrolação.
 
Também é permitido "adoçar" a negativa. Mas sem extrapolar. "É bom procurar a melhor maneira de falar, escolher as palavras certas para dizer o 'não' que precisa ser dito. Isso significa respeito e amor", diz a psicóloga Maria de Melo.  Mas se for apenas um jeito de amenizar a negativa com palavras ambíguas, tentar sair-se bem da situação e até desejar que o outro fique agradecido pelo "não" recebido, aí é fazer a outra pessoa de boba, diz a autora. E o resultado pode ser ainda pior do que um "não" bem dito.
 
Mesmo as pessoas que têm mais dificuldade em dizer "não" podem treinar essa atitude. É possível começar com pequenas situações do cotidiano, e com alguém para quem seja mais fácil dizer "não", sem se sentir desconfortável. "À medida que conseguimos isso, também vamos ganhando mais segurança para dizer 'não' em situações maiores", diz Miriam Barros, lembrando que as pessoas devem ter a liberdade e o direito de falarem "sim" e "não" em qualquer tipo de relacionamento.


 "Há o outro lado, também: pessoas que dizem 'não' a todo e qualquer pedido porque temem se sentir abusadas pelo outro. Ter equilíbrio e saber olhar os próprios limites é fundamental para transitar bem entre essas duas respostas", afirma.

O mais importante, porém, é analisar –e trabalhar emocionalmente– os motivos que levam a pessoa a sempre dizer "sim". Só assim a mudança de atitude será consistente e duradoura. "É necessário identificar as circunstâncias do passado que levaram a pessoa a ter medo de se firmar no mundo", fala a psicóloga e autora Maria de Melo. Circunstâncias identificadas, e isso depende de cada um, o "não" virá com muito mais facilidade e firmeza.
 Com informações do UOL.

 A escrita à mão é importante? Muitos educadores aconselham que se ensine alunos a escrever com letra legível, mas apenas na pré-escola e na primeira série. Depois disso, a ênfase passa rapidamente para a habilidade no teclado.

 
No entanto, novas evidências sugerem que os vínculos entre a escrita à mão e o desenvolvimento educacional são profundos. Quando as crianças aprendem primeiro a escrever à mão, elas não apenas aprendem a ler em menos tempo como se mostram mais capazes de gerar ideias e reter informações.
 
“Um circuito neural singular é ativado automaticamente quando escrevemos”, disse Stanislas Dehaene, psicólogo do Collège de France, Paris. “E parece que esse circuito contribui de maneiras especiais, que desconhecíamos´.”
 
Um estudo liderado pela psicóloga Karin James, da Universidade de Indiana, confirma essa ideia. Uma letra ou uma forma traçada numa ficha foi mostrada a crianças que não sabiam ler ou escrever. Depois, pedia-se que elas a reproduzissem. Em seguida, as crianças eram colocadas num aparelho de ressonância magnética cerebral e a imagem era mostrada a elas novamente.
 
Os pesquisadores descobriram que o processo inicial de reprodução fazia grande diferença. Quando as crianças tinham desenhado a letra à mão, exibiram atividade aumentada nas áreas do cérebro ativadas em adultos quando leem e escrevem. A ativação foi nitidamente menor em crianças que digitaram a letra ou a traçaram por cima da figura original.
 
Karin James atribui a diferença ao caráter irregular que é inerente à escrita à mão: são grandes as chances de produzirmos resultados altamente variáveis.
 
“Quando uma criança produz uma letra irregular, isso pode ajudá-la a aprender essa letra”, disse a psicóloga. Ser capaz de decifrar cada letra escrita de modo irregular pode ser mais útil do que apenas ver o mesmo resultado.
 
O efeito não se limita ao reconhecimento de letras.
Em um estudo que acompanhou crianças da segunda série até a quinta, a psicóloga Virginia Berninger, da Universidade de Washington, demonstrou que a letra de forma, a letra de mão e a digitação em teclado são associadas a padrões cerebrais diferentes —e cada padrão resulta em um produto final distinto.
 
Quando as crianças escreviam à mão, não apenas produziam mais palavras em menos tempo do que produziam no teclado, como expressavam mais ideias. As crianças com letra melhor apresentavam ativação neural maior em áreas ligadas à memória operante e ativação geral aumentada nas redes de leitura e escrita.
 
Parece agora que pode haver uma diferença até entre a escrita em letra de forma e letra de mão (cursiva). Na disgrafia, condição em que a capacidade de escrever é deficiente, às vezes ocorre algo incomum: algumas pessoas podem ter dificuldade em escrever com letra de mão, enquanto outras têm problemas para escrever com letra de forma.
 
Na alexia, ou capacidade de leitura deficiente, algumas pessoas que não conseguem processar a letra de forma ainda assim conseguem ler letra de mão, e vice-versa, fato que sugere que as duas maneiras de escrever envolvem redes cerebrais distintas e, portanto, mais recursos cognitivos.
 
Berninger chega a sugerir que a escrita cursiva pode treinar a capacidade de autocontrole de maneira que outros modos de escrita não fazem. Alguns pesquisadores argumentam que ela pode ser o caminho para tratar a dislexia.
Os benefícios de escrever à mão transcendem a infância. Para os adultos, digitar pode ser eficiente, mas pode reduzir a capacidade de processar informações novas.
 
Embora nem todos os especialistas estejam convencidos da importância dos benefícios de longo prazo da escrita à mão, Paul Bloom, psicólogo da Universidade Yale, considera as novas pesquisas interessantes. “O próprio ato de escrever algo à mão obriga você a focar sobre o que é importante”, disse. Depois de uma pausa para refletir, acrescentou: “Talvez o ajude a pensar melhor.”
 
 Com informações do Gazeta do povo.

Mesmo gostando do alimento, apenas 57% das crianças comem mais de cinco frutas diariamente.

Cinco dicas para fazer com que seus filhos comam mais frutas stock.xchng/Divulgação
Foto: stock.xchng / Divulgação
 
As frutas são cheias de vitaminas que ajudam a manter o sistema imunológico firme e forte. 
 
Quase 90% das crianças entre 5 e 11 anos afirmam gostar de frutas e legumes, porém apenas 57% delas consomem mais de cinco frutas por dia. Aqui estão cinco conselhos para mudar isso:
 
1. Ofereça as suas frutas preferidas, mesmo se faltar variedade. De acordo com o estudo, o morango, doce e saboroso, é a fruta favorita das crianças, seguido da banana, framboesa, maçã e cereja.
 
2. Elas podem ser ingeridas a qualquer hora ao longo do dia e não somente como sobremesa. Ofereça-as no café da manhã, como lanche, ou simplesmente quando a criança sentir uma leve fome.
 
3. Dê o bom exemplo. É fato conhecido que as crianças gostam de imitar os pais, então coma frutas e divida-as com elas para que aprendam a saboreá -las.
 
4. Prepare-as com os pequenos e os faça participar do processo. Aproveite para dar asas à sua imaginação: crie a cabeça de um boneco a partir de uma maçã e dois pequenos olhos e uma boca vermelha com morangos, por exemplo.
 
5. Prefira colocá-las em uma grande tigela à qual os seus filhos têm acesso. Assim, você incentivará sua vontade e eles poderão se servir sozinhos, como gente grande.


O Ministério da Educação divulga hoje (15) na internet o resultado da primeira chamada do Programa Universidade para Todos (ProUni). A partir de amanhã, os candidatos devem se dirigir à faculdade para a qual foram pré-selecionados, levando os documentos que comprovam as informações prestadas na ficha de inscrição.
 
Para evitar contratempos, o candidato deve verificar o horário e o local no qual deve comparecer para a apresenação das informações. O prazo para que isso seja feito vai até o dia 24.  Caso perca o prazo, o candidato é automaticamente retirado do processo.
 
Na página do ProUni está disponível uma lista com a documentação necessária. Entre os itens solicitados estão documento de identificação, comprovante de residência, de rendimento e de conclusão do ensino médio.
 
O ProUni oferece bolsa de estudo integral ou parcial (50% da mensalidade) em instituições particulares de educação superior que tenham cursos de graduação e sequenciais de formação específica. O programa é dirigido a egressos do ensino médio da rede pública ou da rede particular, na condição de bolsistas integrais.
 
O estudante precisa comprovar renda familiar, por pessoa, de até um salário mínimo e meio para a bolsa integral e de até três salários mínimos para bolsa parcial.
 
Esta edição do programa ofertou 115.101 bolsas e teve 653.992 inscritos.
 
Veja abaixo o cronograma do ProUni:
Resultado da primeira chamada: 15 de junho
Comprovação de informações: de 16 a 24 de junho
Resultado da segunda chamada: 4 de julho
Comprovação de informações: de 4 a 11 de julho
Adesão à lista de espera: 21 e 22 de julho
Comprovação de informações dos candidatos em lista de espera: 29 e 30 de julho

Fonte: Agência Brasil

Pesquisa demonstrou que rir em determinada frequência pode até fortalecer a memória

 
Dar boas risadas faz bem para o cérebro Sergey Furtaev/shutterstock.com
Vale a pena fazer um esforço para que a risada entre para sua rotina diária
 
Como diz o ditado, rir é melhor remédio. Principalmente quando se trata de uma risada tão forte que chega a doer a barriga, do tipo que produz ondas cerebrais similares às que são vistas nas pessoas que alcançam um verdadeiro "estado de meditação".
 
Mas para obter benefícios nesse processo, uma simples risadinha não é o suficiente. Na verdade, para o estudo, os pesquisadores conseguiram estabelecer uma risada ideal: uma frequência de 30-40 hertz, a mesma frequência cerebral observada nas pessoas que alcançam o que é considerado "um verdadeiro estado de meditação".
 
Para a pesquisa, os cientistas mediram a atividade cerebral proveniente de nove áreas do córtex cerebral em 31 participantes. O que eles descobriram foi que o humor envolvia o cérebro todo, incluindo a frequência inteira de ondas gamas.
 
— Quando há uma risada alegre, é como se o cérebro se exercitasse porque a frequência de onda gama se encontra em sincronia com inúmeras outras áreas que estão sob a mesma frequência de 30-40 hertz. Isso possibilita estados subjetivos durante os quais é possível pensar com mais clareza e ter mais pensamentos integrativos. Trata-se de algo de muito valor para os indivíduos que precisam ou querem revisitar, reorganizar ou remanejar vários aspectos de sua vida ou de sua experiência, fazer com que se sintam mais completos ou mais focados — explicou o coautor do estudo Lee Berk.
 
Os achados também foram apresentados durante um encontro de biologia experimental, em San Diego. Foi demonstrado que o riso também reduz o hormônio do estresse, o cortisol, que leva a um número de problemas crônicos de saúde, como pressão alta, diabetes e doenças cardiovasculares.
 
Após terem sido mostrados um vídeo engraçado com 20 minutos de duração, os participantes obtiverem resultados mais altos nos testes de memória quando comparado ao grupo de controle que não assistiu ao vídeo. Da mesma forma, os pesquisadores encontraram uma redução significativa nos níveis de cortisol entre os participantes que assistiram ao vídeo.
 
— É simples: quanto menos estresse, melhor será sua memória — explicou Berk.
 
Quer testar a teoria? Faça um esforço para que a risada entre para sua rotina diária, seja compartilhando uma boa risada com a família e amigos com uma piada, ou assistindo a um vídeo engraçado ou a um filme de comédia.
 
om informações do ZH.

Sono fortalece as conexões entre neurônios e melhora a memória.

Dormir bem após estudar favorece o aprendizado Stock Photos/Divulgação
Foto: Stock Photos / Divulgação
 
Em estudo publicado na revista Science, pesquisadores da NYU Langone Medical Center mostram, pela primeira vez, que dormir depois do aprendizado estimula o crescimento de espinhas dendríticas, as pequenas saliências de células cerebrais que se conectam umas as outras e facilitam a passagem de informação através das sinapses. Além disso, a atividade dos neurônios durante o sono profundo após o estudo é essencial para o crescimento.
 
Os resultados, em camundongos, disponibilizaram evidência física importante em apoio à hipótese de que o sono ajuda a consolidar e fortalecer novas informações adquiridas, e revela, pela primeira vez, como o aprendizado e o sono causam mudanças físicas no córtex motor, região do cérebro responsável por movimentos voluntários.
 
— Há muito tempo sabemos que o sono desempenha um papel importante na aprendizagem e na memória. Se você não dorme bem, você não vai aprender. Mas o qual é o mecanismo físico responsável por esse fenômeno? Aqui, nós mostramos como o sono ajuda os neurônios a formar conexões muito específicas que podem facilitar a memória de longo prazo — explica Wen Biao-Gan, professor de neurociência e fisiologia e membro do Instituto Skirball de Medicina Biomolecular da universidade.
 
Para clarificar esse processo, Gan e seus colegas utilizaram camundongos geneticamente modificados para expressar uma proteína fluorescente nos neurônios. Usando um microscópio de varredura a laser especial que ilumina as proteínas fluorescentes brilhantes no córtex motor, os cientistas foram capazes de rastrear e visualizar o crescimento de espinhas dendríticas ao longo dos ramos individuais de dendritos antes e depois dos ratos terem aprendido a se equilibrar em uma vara. Com o tempo, as cobaias se abituaram à tarefa.
 
— É como aprender a andar de bicicleta. Uma vez que você aprende, você nunca esquece — afirma o professor
 
Depois de verificar que nos ratos, de fato, brotavam novas espinhas dendríticas ao longo dos ramos, dentro de seis horas após o treinamento na haste, os investigadores tentaram entender como o sono impactaria no crescimento físico. Eles treinaram dois grupos de camundongos: o primeiro foi submetido à atividade na vara por uma hora e, em seguida, dormiu durante 7 horas; o segundo, submetido para o mesmo período de tempo na haste, mas ficou acordado durante 7 horas.
 
Os cientistas descobriram que os ratos privados de sono experimentaram significativamente um menor crescimento das espinhas dendríticas do que aqueles que descansaram. Além disso, eles descobriram que o tipo de tarefa que aprenderam determinou quais ramos das espinhas iria crescer.
 
— Agora sabemos que quando aprendemos algo novo, um neurônio vai realizar novas conexões em um ramo específico. Imagine uma árvore onde crescem folhas (as espinhas) em um ramo, mas não em outro. Quando adicionamos novas informações, é como se estivessem brotando folhas em um ramo específico— esclarece Gan.
 
Por último, a equipe mostrou que os neurônios no córtex motor que são ativados quando os ratos aprendem uma tarefa são reativados durante o sono. Perturbar este processo, eles descobriram, impede o crescimento das espinhas dendríticas.
 
— Nossos dados sugerem que a reativação neuronal durante o sono é muito importante para o crescimento de conexões específicas dentro do córtex motor — conclui o pesquisador.
 
Fonte: Zero Hora.

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